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POR QUE MUITAS VEZES SOMOS DERROTADOS ESPIRITUALMENTE Josué 7.10-13

Porque a santidade não é mais nosso maior anseio. Salmo 130.6 – A minha alma anseia pelo Senhor mais do que os guardas pelo romper da manhã. Ser santo é ser como Jesus. Nossa santidade deve não só ser moralmente boa, mas moralmente bela, porque em Ef 2.10, a palavra “feitura” (grego, poiema) significa “obra de arte”. Deus quer que vivenciemos uma santidade bela.

Porque estamos mais interessados no nosso bem estar do que na glória de Deus (Fp.3.2-11). 60 a 70% das pessoas na igreja estão preocupadas consigo mesmas. Não fazem nada para o Reino de Deus. Não se podem contar com elas para nada. Veem a igreja como uma novela. Talvez menos do que isso, pois quanto a novela não perdem um só capítulo e estão solenemente prostrados diante dela. Mas na igreja não são assim. Pouco se importam com a vida da igreja, desde que tudo esteja nos seus lugares não tenham que fazer nada.

Porque buscamos mais sinais do que a vida certa com Deus. Em Gn. 5:27 vemos a menor biografia da Bíblia e é a respeito do homem que mais viveu sobre a terra, Matusalém. Viveu 969 anos e morreu. Não menciona seus feitos. Simplesmente viveu e morreu. Nossa vida não pode passar “em brancas nuvens”. Estamos aqui na terra porque Deus tem um propósito, e ele não consiste somente em trabalhar, estudar, comer, dormir, divertir. Quando vivemos para nós mesmos, deixamos de glorificar a Deus e desperdiçamos nossa vida.

Queremos a igreja e a vida com Deus apenas como momentos de divertimento, relaxamento e sem maiores compromissos. Há uma nova tendência hoje, de acordo com o IBGE: Evangélicos nominais.

Por isso, não é de se admirar que muitos estão mornos como os de Laodicéia; mortos como os de Sardes; comprometidos com a prática da imoralidade como os de Tiatira; compactuados com o espírito ganancioso dos de Pérgamo; e abandonam o primeiro amor como os de Éfeso. Quando a igreja não se santifica, murcha. Quando se mistura e se enquadra ao mundo, perde sua identidade e seu poder.

Rev. Baltazar Lopes Fernandes | Publicado no boletim 1054–03 de Dezembro de 2017.

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