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Deus, maná e sustento. Êxodo 16.1-36

A pergunta que Israel fazia logo após ser liberto milagrosamente do Egito era “Como Deus pode nos sustentar nesse deserto?” Embora livres, precisavam aprender uma lição importante para caminharem até a Terra Prometida – confiar no SENHOR. Essa confiança pode ser vista no relato da colheita do maná. Foi dito a Israel: “Colhei disso cada um segundo o que pode comer, um gômer[1] por cabeça, segundo o número de vossas pessoas; cada um tomará para os que se acharem na sua tenda” (v. 16).

Portanto, o que era colhido num dia não podia ser guardado para o dia seguinte, pois as sobras se estragariam; exceto no sexto dia, quando a porção devia ser colhida em dobro – dois gômeres (v. 22). No sétimo dia, portanto, não havia maná a ser colhido; a porção obtida em dobro no sexto dia também não se estragava (v. 24). Era o dia de descanso do povo (v. 30). Destarte, o povo de Israel comeu maná durante “quarenta anos, até que entraram em terra habitada; comeram maná até que chegaram aos limites da terra da Canaã” (Lv. 16.35).

Assim como o povo de Israel no deserto, somos chamados a confiar em Deus hoje. Deus supre as nossas necessidades todos os dias; foi exatamente isso que Jesus ensinou aos Seus discípulos: “[…]o pão nosso de cada dia dá-nos hoje” (Mt. 6.11).

Deus não apenas nos dá o pão nosso de cada dia, mas o sustento espiritual do qual necessitamos constantemente; e isso Ele faz por meio de Jesus Cristo, o Pão da Vida (Jo. 6.28-35).

“Senhor Jesus, dá-nos o pão de cada dia, mas também nos supra, em todos os momentos, com a Tua maravilhosa graça e misericórdia! Amém”.

Licenciado Ricardo da Cruz Santana | Publicado no boletim 1059–07 de Janeiro de 2018.

[1] Segundo a Bíblia de Estudos de Genebra, equivale atualmente a 1,76 litros. Bíblia de Estudos de Genebra. São Paulo, Editora Cultura Cristã, p. 1968.

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